A borrachinha deve ser mascada como um chiclete e é recoberta de 273 "espinhos" responsáveis pela escovação dos dentes. O produto contém xilitol e fluoretos, substâncias que combatem a placa bacteriana e fortalecem o esmalte dos dentes. Toda a limpeza acontece sem a formação de espuma e sem a necessidade do uso de água, creme dental, espelho e outros apetrechos comuns em um banheiro.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Novidade! Britânicos criam borracha que substitui escova de dentes
A borrachinha deve ser mascada como um chiclete e é recoberta de 273 "espinhos" responsáveis pela escovação dos dentes. O produto contém xilitol e fluoretos, substâncias que combatem a placa bacteriana e fortalecem o esmalte dos dentes. Toda a limpeza acontece sem a formação de espuma e sem a necessidade do uso de água, creme dental, espelho e outros apetrechos comuns em um banheiro.
domingo, 22 de julho de 2012
Câncer Bucal,Tomar cuidados!
Mariana Lenharo - Jornal da Tarde
SÃO PAULO - Cerca de 80% dos pacientes com câncer
desenvolvem, em algum período do tratamento, problemas bucais. A
afirmação é do cirurgião dentista Alan Roger, do Ambulatório de
Odontologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp).
Segundo o especialista, esses problemas, que aparecem como efeitos
colaterais da quimioterapia e da radioterapia, merecem atenção especial
na medida em que podem impactar no resultado final do tratamento.
WERTHER SANTANA/AE
Ambulatório oncológico do Hospital Santa Marcelina
De acordo com ele, como o tratamento contra o câncer provoca a queda da imunidade, uma situação que seria corriqueira em uma pessoa saudável pode sair do controle no caso do paciente oncológico. Roger explica que o problema é que a quimioterapia não é seletiva e, além de atacar as células do tumor, também ataca células de outros tecidos, como os da boca. Por isso, diz ele, surgem as feridas, chamadas de mucosites.
Comuns em pacientes oncológicos, essas feridas bucais são porta de entrada para bactérias que levam a infecções possivelmente fatais ao organismo já debilitado. "O paciente, que já enfrenta uma debilidade por causa da doença, torna-se vulnerável a infecções por causa das feridas", esclarece Roger. "Isso sem falar da dor que impede que ele (paciente) coma certos alimentos e que beba água. Ele fica ainda mais debilitado."
No caso daqueles que fazem tratamento com radioterapia, além das mucosites há também o risco de desenvolver as chamadas cáries de radiação. Um dos fatores que levam a essas cáries é o efeito da radiação sobre a produção de saliva. "Sem a saliva, os dentes quebram mais facilmente e as cáries progridem rápido", explica Roger, que além de atuar no Icesp também é professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Para o especialista, os pacientes devem ser orientados a intensificar os cuidados com o fio dental e a escovação e a aderir a bochechos com líquidos especiais receitados pelo dentista. A escova também deve ser mais macia para evitar lesões no interior da boca.
O dentista Marcelo Fardin, que atende pacientes com câncer no Hospital São Luiz, lembra que, em alguns casos, é preciso até interromper a quimioterapia para tratar de uma infecção adquirida pelo paciente em decorrência de um problema bucal. Por isso, centros de tratamento de câncer têm áreas específicas reservadas à odontologia. Além do Icesp, o Hospital São José, o Hospital São Luiz e o Ambulatório de Oncologia Pediátrica do Santa Marcelina oferecem esse tipo de serviço.
‘Sequelas podem ser permanentes’, diz médica do Icesp
Segundo a cirurgiã dentista Thais Brandão, que coordena o Ambulatório de Odontologia do Icesp, a manutenção odontológica é necessárias mesmo após o fim do tratamento oncológico. "Os cuidados bucais devem permanecer por toda a vida", diz, lembrando que algumas sequelas são permanentes.
A perda de paladar e candidose (conhecida como sapinho) são comuns em pacientes com câncer e, de acordo com especialistas, o profissional mais capacitado para atendê-los é o dentista com especialização em estomatologia. "A manipulação inadequada pode implicar em grandes riscos para o paciente", diz Luís Marcelo Sêneda, do Hospital São José.
sábado, 21 de julho de 2012
Acidente, queda de dente, o que fazer? AVULSÃO
Acidente, queda de dente, o que fazer?
Avulsão é a queda de um ou mais dentes por
acidente com a saída total do alvéolo da peça dentária. As agressões na
face tem como local mais freqüente de conseqüências os dentes anteriores
superiores e em segundo plano os inferiores. Os pacientes jovens são as
maiores vítimas, pelo comportamento mais agressivo nas brincadeiras,
pelo estágio de evolução dos dentes em relação a idade. Ocorrido o
acidente e constatada a avulsão deve a vítima ou o socorrente recolher
o(s) dente(s) se possível recolocando-o no alvéolo, nas situações em que
não for possível, deve-se acondicionar em lenço ou pano o(s) dente(s)
umedecidos e limpos em saliva do próprio acidentado ou do socorrente,
água ou leite até o local de atendimento.
Outro fator importante no atendimento é a
rapidez de recolocação no alvéolo, deve ser o mais rápido possível. Nos
casos em que não houver condições de atendimento imediato por razões de
saúde do paciente, devemos manter o(s) dente(s) em leite, sendo
recomendável o reimplante até 24h após o acidente. A tomada de decisão
de realizar a recolocação, sempre recomendada pelas razões psicológicas
pós-acidente, pois ocorre a restauração da parte perdida, como a
permanência do dente acidentado em seu alvéolo, produz uma cicatrização
de melhor futuro para estética do paciente. Aconselhamos para este
atendimento os trabalhos de um Cirurgião Dentista, sempre que possível,
as fases pós-acidente de trata mento tem na especialidade de Endodontia a
melhor opção de resultados.
Nas avulsões a busca de atendimento deve ser
rápida e o(s) dente(s) devem ser protegidos e umedecidos com saliva,
leite ou água. O reimplante deve ser sempre realizado.
Trauma facial com Avulsão dentária
O progresso industrial, as grandes comunidades,
a falta de educação, são hoje responsáveis pelo elevado número de
acidentes, em que a cabeça, e em especial a face, recebem as
conseqüências. Novos inventos, competição mais acirrada, o fascínio pelo
incontrolável levam em especial os jovens a traumas graves com
intercorrências de complicadas soluções. A mais grave agressão é sem
dúvida a Avulsão, ou seja, a extração de uma ou mais peças dentárias.
Seguidamente observamos seqüelas nas estruturas anexas de suporte como
osso alveolar, mucosas e gengivas.
O primeiro atendimento é muito importante que é
normalmente feito em local es pecializado, esta fase pode selar o
sucesso da restauração dentária e facial. Suturas grosseiras, dentes mal
recolocados certamente responderão como insucesso final de seqüelas
estéticas irreversíveis, O cirurgião dentista especializado em cirurgia
possui conhecimentos para buscar o melhor resultado final. O atendimento
ao traumatizado não cessa após esta fase, é importante e vital a
colaboração e acompanhamento do Endodontista nas fases de manutenção e
final do caso. Do momento do acidente ao primeiro atendimento os
fatores, tempo, cuidados com a(s) peça(s) dentárias, contenção, cuidados
endodônticos, determinam o prognostico do caso.
Atualmente, os especialistas retardam os
processos de rejeição, quanto mais rápida for a primeira intervenção e
boa manutenção, mais retardo, ou seja, mais tempo de vida na cavidade
oral acidentada. Os casos sem estas regras, sempre resultam em mu dança
de cor dos dentes, reabsorções violentas, mobilidade, fistulas entre
outras ocorrências.
Trauma facial seguido de Avulsão dentária, deve sempre, após o primeiro atendimento, receber acompanhamento do Endodontista.
Assinar:
Postagens (Atom)